Indicadores do Trânsito

Pedestre Sao Paulo
Foto pedpaula

O Instituto Ethos publicou recentemente um extenso artigo que versa sobre a (i)mobilidade em São Paulo. O gancho foi o lançamento da Campanha do “Dia Mundial Sem Carro”. No entanto é possível visualizar com clareza uma mudança de perspectiva que ainda é necessária.

Indicadores citados para avaliação da qualidade do sistema de transportes:
- o número de dias em que o limite aceitável de poluição é ultrapassado,
- a média de congestionamento em horários de pico,
- o tempo médio que um veículo leva para deslocar-se entre determinados pontos da cidade,
- o total anual de mortes em acidentes de trânsito,
- a média de atropelamentos por ano,
- o número de automóveis particulares na cidade,
- o déficit de semáforos e de faixas de pedestres,
- o total anual de ocorrências de doenças respiratórias ligadas à poluição.

Certamente todos esses indicadores são de serventia quando se busca melhorar a mobilidade e por conseqüência a qualidade de vida de uma cidade. No entanto, é ainda mais importante uma simples troca nos termos a serem analizados.

Ao invés de medirmos o “tempo de deslocamento dos veículos”, seria de mais serventia aos cidadãos, medir o deslocamentos das pessoas nas cidades. Afinal, o modal de deslocamento é apenas um meio para se atingir um destino. Caso tenhamos um real desejo por cidades melhores é necessário pensarmos em como pensa-la sempre ao redor das pessoas e suas necessidades.

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  • > No Blog:
    Sem Carro em São Paulo
    > Instituto Ethos:
    Dia Mundial sem Carro estimula reflexão sobre os impactos negativos dos veículos particulares e a necessidade de transporte público de boa qualidade

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